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Usina de Reciclagem

Usina de Lixo, Manaus, Amazonas. Trata-se de uma Usina de Tratamento ou de Reciclagem de resíduos sólidos domiciliares. Esta usina de resíduos sólidos urbanos é a solução que temos para a sua cidade, comunidade rural ou indústria, atendendo à Lei No. 12.305 de 2010 – Política Nacional de Resíduos Sólidos – que estabelece a Política Reversa. O processo consiste em fazer a separação dos resíduos sólidos recicláveis provenientes do sistema de coleta de lixo urbano, permite separar e reciclar até 75% (setenta e cinco por cento) de todo resíduo recebido, possibilitando a redução da quantidade de rejeitos que são destinados as valas de aterro sanitário. Cada módulo da Usina tem capacidade de tratar até 20 toneladas/dia de resíduos sólidos urbanos, e opera seguindo o processo de recepção, separação, tratamento e destinação final, conforme abaixo. Veja mais abaixo, o maquinário que compõe uma unidade ou uma linha para tratar 20 toneladas ao dia, incluindo o número de peças. Clique nas figuras para ampliá-las!

Organograma processo tratamento  Usina de Reciclagem de Resíduos Domiciliares    Pátio de reciclagem

Esteira de Entrada (01 unidade). É por onde os resíduos coletados pelos caminhões são depositados e em seguida colocados nesta esteira. Equipamento para transporte de materiais sólidos através do movimento de uma correia posicionada e tracionada por dois conjuntos de polia, uma em cada extremidade da esteira. Um conjunto de polia é ligado através de um eixo ao moto-redutor (acionamento elétrico) que promove o movimento da esteira. Os conjuntos de polia são fixados através de mancais com rolamentos na parte externa da estrutura lateral da esteira, sendo que um conjunto de polia sendo uma com matização possui mancais reguláveis para promover a tensão adequada na correia. A correia é composta por superfície emborrachada e com duas lonas para aumento da durabilidade e resistência. O deslizamento da correia é sobre a chapa de aço na estrutura da esteira. Na parte inferior da esteira a lona desliza sobre uma conjunto de roletes.

Rasgador de sacolas (01 Unidade). Equipamento capaz de retirar o lixo urbano domiciliar de dentro de sacos e sacolas plásticas. Possui um tubo giratório dotado de pequenas facas em seu interior responsável por rasgar as sacolas e uma chapa helicoidal para deslocar as sacolas na direção da boca de saída. No interior do tubo giratório possui um rolo compressor com a função de pressionar as sacolas contra as facas internas do tubo giratório. O rolo compressor é construído com chapas de aço carbono 1020 com 3,0mm de espessura. Usado para rasgar as sacolas, fazer a retirada do lixo dos sacos e enviá-los para a moega. Material granulado (arroz, feijão, folhas picotadas, terra, larvas, etc), são separados por uma peneira e depositam-se ao fundo. Esse material é encaminhado para compostagem.

Fornalha (01 Unidade). Equipamento ligado ao rasgador de sacolas por meio de um tubo de passagem de ar. É utilizado para produção de ar quente, que será lançado para dentro do rasgador de sacolas, objetivando desidratar, secar, eliminar vetores, fazer a esterilização parcial do lixo, reduzir o odor e o chorume. A alimentação da fornalha pode ser realizada por meio de gás GLP ou com resíduos de madeira, poda de árvores, maravalha.

Moega para recepção (01 Unidade). Equipamento mecânico que recebe material tratado proveniente do Rasgador de Sacola, faz o armazenamento e direcionamento dos resíduos espalhados para a esteira de separação e triagem.

Esteira de Separação e Triagem (01 Unidade). Equipamento para transporte de materiais sólidos através do movimento de uma correia posicionada e tracionada por dois conjuntos de polia, uma em cada extremidade da esteira. Um conjunto de polia é ligado através de um eixo ao moto-redutor (acionamento elétrico) que promove o movimento da esteira. Os conjuntos de polia são fixados através de mancais com rolamentos na parte externa da estrutura lateral da esteira, sendo que um conjunto de polia sendo uma com matização possui mancais reguláveis para promover a tensão adequada na correia. A correia é composta por superfície emborrachada e com duas lonas para aumento da durabilidade e resistência. O deslizamento da correia é sobre a chapa de aço na estrutura da esteira. Na parte inferior da esteira a lona desliza sobre uma conjunto de roletes. Os resíduos tratados e esterilizados, serão submetidos à triagem e separação dos recicláveis: papel, papelão, vidros, plástico, lata, pet, orgânico e o material inerte, pela equipe de separadores. A velocidade de movimento da esteira de separação é controlada, conforme o ritmo de trabalho dos separadores. Após a triagem os recicláveis são segregados por tipo de material (pet, lata, papelão, plástico, etc) em bags os quais ficam atrás dos separadores.

Esteira Taliscada, de Elevação ou de Saída (02 Unidades). Esteira mecanizada que transporta os resíduos remanescentes, inertes ou inservíveis (materiais que não podem ser reciclados como fraudas, papel higiênico,  roupas, sapatos, etc), dirigindo-os para dentro de uma caçamba ou contêiner, cujo objetivo é a destinação ao aterro.

Prensa hidráulica vertical (02 Unidades). Equipamento com operação através de sistema hidráulico para fornecimento de força para compactação de plástico, papel, papelão, pet e similares. É composto de : (1) Sistema hidráulico acionado com sistema elétrico e possui válvulas de segurança de pressão hidráulica acoplada em bloco e válvulas de retenção; (2) Sistema de travamento mecânico para ser utilizado em operações de manutenções ou ajustes do compactador a ser adotados no início dos trabalhos; (3) Sinalização de segurança na cor amarela e preta, manual de operação e manutenção da máquina; (4)Interligações em mangueiras hidráulicas flexíveis com terminais reusáveis; (5) Painel de controle e proteção dos componentes elétricos, todos os componentes utilizados são específicos de segurança todos são aprovados por órgãos de segurança; (6) Botão de parada de emergência para garantir a parada imediata do acionamento do compactador, que possui 01 (um) botão do tipo com retenção (pressionar e girar), localizado na parte frontal do painel de acionamento e proteção; (7) Sistema de segurança na parte frontal e na parte traseira composto por comando elétrico para interrupção do acionamento do compactador enquanto as mesmas estejam abertas e (8) Anel para aterramento do sistema elétrico.

Triturador de Orgânico (01 Unidade). Equipamento para trituração de resíduos orgânicos resultantes do processo de compostagem. Acionamento do sistema de trituração com Motor 5cv. Sistemas de trituração por martelos em alta rotação. Estrutura metálica reforçada para sustentação fabricada em perfil I de abas paralelas.

Triturador de vidros (01 Unidade). Equipamento para trituração de garrafas e frascos de vidro. O triturador é colocado sobre um tambor, onde são depositados os resíduos triturados após o processamento, garantindo mais segurança a agilidade.

Suporte para Bags (18 Unidades). Estrutura para acondicionamento de Bags (sacolas) para armazenamento de materiais recicláveis durante o processo de separação dos resíduos na esteira de triagem. É fabricado em estrutura metálica com tubos de aço de 1.1/2 polegadas e espessura de 2.0 milímetros. Possui travas anti abertura para encaixe dos laços dos Bags. Movimento facilitado através de quatro rodízios colocados na base da estrutura metálica. Capacidade de armazenamento de 200 kg. Acabamento com pintura anti ferrugem.

Clique aqui para ver as fotos do maquinário que acompanha a Usina que trata 20 toneladas/dia.

Clique aqui para ver fotos de equipamentos opcionais, vendidos separadamente.

*Infra-estrutura requerida para uma Linha

As medidas a seguir, abaixo, são para atender demanda diária de 20 toneladas por dia. Para duas linhas ou mais, o fabricante disponibiliza as especificações. Veja aqui a disposição para uma Linha (Clique aqui).

-Barracão 45×12 m (para uma linha), pé-direito 6 m, estrutura pré-moldado, abertura lateral em estrutura metálica, piso em concreto armado 15 cm de espessura com concreto 25 mpa e tela 10×10 cm com arame 4,2 mm. Esta estrutura será o galpão de trabalho e que vai abrigar o maquinário. Veja aqui, a área total ocupada pelo maquinário, barracões e área de compostagem (clique aqui).
-Área mínima para a construção dos barracões e instalação da usina: 100 m x 110 m, perfazendo 11.000 m2.
-Escritório 10×20 m, pé-direito 3 m, estrutura em alvenaria, com divisórias internas: cozinha, escritório e outros.
-Balança Para Caminhões (opcional, a tonelagem pode ser contada por carrada).
-Pátio para compostagem de 100m x 50m, perfazendo 5.000 m2 .
-Infra estrutura hidráulica.
-Demanda de energia: Consumo: 29.375 KW/h (consumo médio por hora)
-Infraestrutura elétrica para fornecimento de 200 Kva.

Nós vendemos o maquinário completo da usina. No entanto, o comprador precisa construir os galpões e a estrutura física que vai abrigá-la e permitir o seu pleno funcionamento.

*Estrutura requerida pelo Aterro Sanitário.

-Área requerida pelo aterro 200m x 200m, perfazendo 40.000m2
-Vala Para Descarte (aterro) de 100 m x 100m, perfazendo 10.000 m2
-Estação de tratamento de Chorume.

**Observe que o Aterro Sanitário deve ser dimensionado de acordo com a demanda de lixo produzida por dia, pelo demandante da usina. Alguns municípios instalaram esta usina e contrataram os serviços de destinação final a um aterro particular, licenciado. Caso o seu município não possua um aterro licenciado, o demandante precisará construí-lo.

Com esta Usina de beneficiamento de resíduos urbanos, os pequenos e médios municípios brasileiros poderão resolver definitivamente o problema do lixo, adotar a política reversa, sanear a cidade e ficar em paz com o meio ambiente. Nossa empresa vai ser parceira de seu município.

Disponibilizamos a usina de lixo completa para tratamento e beneficiamento dos resíduos de seu município, do tamanho da demanda dele. Na aquisição da Usina, um técnico será enviado ao município para orientar na montagem dela e fazer a capacitação do pessoal que irá operá-la. Entregamos para todo o Brasil. Para conhecer este produto ou para obter mais informação, favor entrar em contato conosco acessando o formulário de contato ou pelo telefone do site. Clique aqui para ver imagens ilustrativas do lay out da usina.

Se você precisa de uma solução prática, com boa relação custo/benefício e ambientalmente correta, nós temos essa alternativa para você. Por favor, contate-nos sem compromisso.

Perguntas Frequentes – FAQ

1 – Como eu poderei saber se esta usina de resíduos sólidos está de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei No. 12.305?

R = A resposta a esta pergunta está no Artigo 7o. dessa Lei. Ela atende porque ela trabalha o processo de reciclagem, aproveitamento da matéria prima, a gestão integrada dos resíduos sólidos, promove a inserção social, a geração de renda e serviços e o fomento da cadeia dos recicláveis; ela faz uso de tecnologias limpas, não emite gases tóxicos, promove a proteção da saúde publica e a qualidade ambiental, por isso, ela atende perfeitamente a Lei 12.305. Este aspecto é muito importante, pois existem usinas no mercado, que não atendem a Política Nacional, fique atento!

2 – Quais as vantagens desse tipo de Usina de Tratamento ou de Reciclagem de Resíduos Sólidos Domiciliares?

R = (1) Está enquadrada dentro das diretrizes da Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos; (2) Aproveita até 75% dos resíduos domiciliares gerados, que é uma das maiores vantagens; (3) Facilita a separação dos recicláveis; (4) Não emite gases para a atmosfera – elimina a geração de gás metano; (5) Faz a desidratação e desodorização parcial dos resíduos; (6) Minimiza radicalmente a geração de vetores; (7) Reduz o custo com saúde pública; (8) Permite a geração de renda com o produto dos recicláveis; (9) Promove a geração de crédito de carbono; (10) Aumenta consideravelmente a vida útil do aterro sanitário; (11) Promove a inserção social dos catadores; (12) Produz composto orgânico; (13) Atende as exigências internacionais de combate ao aquecimento global; (14) Não contamina o lençol freático; (15) Sua implantação, operacionalização e manutenção tem baixo custo, com isso, a relação custo-benefício é de longe a melhor; (16) Possibilita a criação de consórcios públicos-privados.

3 – Existe alguma Usina dessa atualmente em funcionamento no Brasil?

R = Esta usina é nova, tecnologia 100% brasileira, já temos uma na cidade de Iguatemi-MS, que está em operação completando já dez anos. Recentemente, o município de Lucas do Rio Verde-MT, adquiriu também uma unidade dessas usinas, que foi financiada pela Funasa, sendo a segunda atualmente no Brasil. A usina de Iguatemi foi considerada em 2012, pela Funasa, “exemplo em gestão ambiental”. Clique aqui para ler a matéria. Uma outra matéria foi recentemente publicada, na qual a prefeitura de Cáceres/MT, planeja também instalar algumas destas unidades no município. Clique aqui para ler esta matéria. O fabricante está certificado para fazer a venda para todo o território Nacional, através dos processos de compras atualmente disponíveis no mercado.

4 – Qual é o tamanho da equipe para operar uma usina com capacidade de 15 a 20 toneladas dia?

R = Ela pode operar com 10 a 14 pessoas, dependendo da demanda diária de lixo com a equipe treinada e adaptada ao ritmo de trabalho. Nesse processo, Associações e Cooperativas de catadores podem ser inseridos.

5 – Minha cidade gera em média mais de 25 toneladas de lixo por dia. Quantos módulos ou linhas eu precisarei para atender esta demanda?

R = Cada linha ou módulo processa até 20 toneladas/dia, então se sua cidade gerar 40 toneladas/dia, você precisará de dois módulos para atender esta demanda. Se sua cidade produz mais que 40, 60, 80 ou ate 100 toneladas/dia, você poderá instalar várias linhas ou módulos de 20 Toneladas em pontos estratégicos da cidade conforme a demanda de lixo produzida, de maneira que estas unidades fiquem nas proximidades dos locais de coleta. Essa é uma das vantagens deste tipo de usina.

6 – Nesse caso, se houver uma comunidade distante e populosa poderíamos instalar uma unidade dessa?

R = Sim, municípios que concentram aglomerados urbanos em áreas isoladas ou distantes da sede municipal, podem instalar uma unidade ou módulo dessa usina para atender as demandas desses vilarejos ou comunidades.

7 – Como eu poderei saber o tamanho da usina que eu preciso?

R = Para determinar o tamanho dela, precisaremos saber qual o volume de lixo produzido por dia, saber se a área de construção da usina de reciclagem de resíduos é plana ou inclinada, se o resíduo (lixo) coletado já vem separado ou se vem tudo junto. Se vai produzir adubo com o material orgânico, se vai precisar de uma composteira, se se pretende aproveitar os recicláveis tais como pets, latas, papel, papelão, plásticos, entre outras. Responder a estas perguntas é importante para definir o tamanho e o maquinário que será necessário para a sua usina.

8 – Que outros empreendimentos também podem fazer uso de uma usina dessas para tratar seus resíduos?

R = Sim, grandes empresas e indústrias poderão instalar em seus parques, uma usina para tratar os resíduos que a empresa gera.

9 – E o chorume? Que tratamento é dado ao chorume?

R = O chorume é um líquido poluente, de cor escura e odor desagradável, originado de processos biológicos, químicos e físicos da decomposição de resíduos orgânicos. Esta usina faz a separação dos resíduos sólidos e orgânicos, mas não trata o chorume gerado. Essa parte é tratada no Aterro Sanitário mas noutra estrutura construída para esse fim, mas que nós não oferecemos e nem trabalhamos com ela. Se sua cidade cidade possui um aterro licenciado você poderá contratar os serviços de destinação deste aterro licenciado para encaminhar o seu resíduo inerte.

10 – Quantos por cento de todo o lixo vai para o aterro sanitário?

R = Em torno de 25% a 30% de todo o lixo, chamado de resíduo inerte e que não tem aproveitamento, é lixo seco, vai para o aterro sanitário. No caso de resíduos de feiras, mercados e similares, menos de 5% vai para o aterro, quase nada!

11 – Vocês atendem que regiões do Brasil?

R = Nós atendemos todas as regiões do Brasil, para isso, faça-nos contato por e-mail ou por telefone. 

12 – Além do maquinário, o que mais está incluído na compra de uma unidade desta Usina?

R = Envio de técnico da empresa para fazer a montagem das máquinas no local e a realização de um treinamento para as pessoas da equipe que irão trabalhar nas unidades.

13 – O frete de envio da fábrica até a capital/município está embutido no preço?

R = Não. As despesas de frete de envio da fábrica até a capital e até o município é de responsabilidade do comprador. Há municípios no Brasil, que o acesso por estradas é fácil, inclusive determinar o valor do frete. Mas há outros onde é necessário a combinação por estrada e por rio. Neste caso, não é possível à transportadora precisar o valor do frete até o município, devendo o interessado levantar estes custos para  contratar o serviço. Nossa equipe vai ajudá-lo com informação de preço e de empresas que poderão fazer o transporte até a capital do interessado.

14 – Quanto tempo leva para vocês construírem e deixarem a usina pronta para envio?

R = Fabricar uma unidade leva em média 90 dias, por isso elas são feitas por encomenda.

15 – A usina pode ser instalada em qualquer lugar no município?

R = A legislação Ambiental define os locais onde a usina pode ser instalada. A legislação de cada município define a localização e a distância de: rodovias, núcleos populacionais ou áreas urbanas, de aeroporto/aeródromo, acessibilidade; distancia de locais com valor histórico, cultural ou arqueológico; distancia de morros, de cabeceiras de drenagem, de recurso hídrico superficial mais próximo, a classe de recurso hídrico mais próximo; distancia de unidades de conservação, de áreas com espécie ameaçada de extinção, entre outros. Além disso, é preciso fazer levantamento plano-altimétrico e outros estudos para verificar a viabilidade do terreno.

16 – Alguma Lei especifica os critérios para a localização de Aterros Sanitários? Quais?

Sim. A Resolução Conama No. 404, de 11 de novembro de 2008 – Estabelece critérios e diretrizes para o licenciamento ambiental de aterro sanitário de pequeno porte de resíduos sólidos urbanos; a ABNT NBR 15849 – Define as diretrizes para localização, projeto, implantação, operação e encerramento de Aterros sanitários de pequeno porte; a NBR 8419/1992 – Apresentação de Projetos para Aterros Sanitários; a NBR 13591/1996 – Compostagem – Diretrizes para projetos e Operações, e IBAM – Lixo Municipal – Manual de Gerenciamento de Lixo Integrado – 2010. Cada Estado e Município tem sua legislação específica e eles também devem ser consultados.

17 – Que estrutura o interessado precisa construir para abrigar a usina de modo a operar com toda a sua funcionalidade?

R = Providenciar a construção dos galpões que vão abrigar a equipe e a usina, com a instalação de toda a parte hidráulica e elétrica, que precisam estar em perfeito funcionamento. Caso sua cidade ja tenha um aterro sanitário licenciado, voce poderá contratar os serviços para destinação adequada de seus resíduos inertes. Caso não tenha, voce precisará construir um aterro sanitário.

18 – Minha cidade não tem nenhum aterro sanitário licenciado, como faço para destinar os resíduos inservíveis ou inertes descartados por esta usina de reciclagem?

R = Voce precisará contratar o projeto de construção do aterro com um engenheiro sanitarista ou outro profissional competente. O projeto executivo deve incluir toda a instalação elétrica e hidráulica, a impermeabilização do pátio de compostagem, das lagoas de chorume, das valas do aterro com mantas *PEAD, o dimensionamento da área dele, construções dos galpões e do escritório e prever a vida útil do aterro para ate 20 anos.

*PEAD – Polietileno de Alta Densidade. É obtido a partir do gás etileno ou como subproduto do processamento do petróleo, o Polietileno é um polímero plástico obtido através de um processo de polimerização em alta pressão, sendo classificado de acordo com a sua densidade (baixa, média e alta) que produzem o PEAD.

19 – Quanto custa uma linha completa desta usina?

R = Nós garantimos que o nosso produto é de longe, a melhor relação custo-benefício quando comparado aos nossos concorrentes, além de estar enquadrado na Política Nacional de Resíduos Sólidos, é tecnologia limpa, não emite gases e não polui. Entre em contato conosco, sem compromisso, pois conhecendo suas demandas e necessidades teremos condição de lhe passar o valor da usina que atenderá sua demanda.

20 – No caso de manutenção e troca de peça vocês fornecem?

R = A manutenção ou a troca de peças é muito simples. Todas as peças da usina são encontradas nas lojas do ramo nas capitais brasileiras, por exemplo: polias, correias, motores elétricos, parafusos, etc. Isso torna a manutenção mais rápida e barata.

21 – É possível efetuar a compra desses equipamentos parcelado?

R = Somente via financiamento e Bancos (veja abaixo). Temos também a opção de locação das máquinas (aluguel), por período mínimo de 48 meses, mas esta opção só está disponível para cidades localizadas na região sul e sudeste do Brasil.

a) Pró-catador (Banco do Brasil, BNDES e Petrobrás);
b) Ministério das Cidades;
c) Fundação Nacional de Saúde – FUNASA;
d) Programa Brasil sem lixão (MMA);
e) Programa Recicla Brasil (MMA);
f) Convênio do TCU (Escola de Contas);
g) Fundação de Amparo de pesquisa e desenvolvimento de seu Estado;
h) FINAME (BNDS);
*No caso do Amazonas, tem ainda: a Agencia de Fomento do Estado (AFEAM), FAPEAM e Convênio do TJ-AM (VEMAQA);

22 – Vocês tem outros produtos que podem ser adicionados a esta usina? Quais são?

R = Sim, nós temos um grupo de equipamentos que podem trabalhar especificamente a compostagem, constituído de (2) composteiras, para revolver a compostagem mecanicamente, (1) peneira rotativa, (1) triturador de orgânico-composto e (1) triturador de composto in natura.

** Para mais informação, por favor entre em contato conosco por e-mail, WhatsApp ou ligando diretamente para o numero que aparece no site!