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Usina de Pirólise a venda

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Usina de pirólise a venda: tecnologia verde que transforma resíduos em energia!

Birding Soluções Ambientais, sediada em Manaus AM, disponibiliza Usina de Pirólise a venda, para tratamento de resíduos sólidos urbanos e industriais. Apresentamos uma tecnologia de tratamento térmico de resíduos, utilizando pirólise controlada para a produção de óleo combustível, carvão, syngas, energia elétrica e fertilizantes. Nosso grupo Bravo, opera globalmente com a Delta Bravo Environment fabricando e montando equipamentos, e a Bravo Projetos e Participações coordenando os projetos no Brasil. A pirólise, derivada do grego ‘fogo’ + ‘dissolução’, envolve o tratamento térmico de vários resíduos, como metais, vidro, plástico e orgânicos, produzindo recursos valiosos. Operando dentro dos padrões ambientais, nossa usina de pirólise atende às regulamentações, proporcionando uma alternativa eficaz e sustentável para o tratamento de resíduos. Nós trabalhamos com a tecnologia do grupo Bravo, holding de empresas que opera em conjunto: a Delta Bravo Environment Ltda – sediada em Hong Kong, Europa e Uruguay, que fabricam e propiciam a montagem dos equipamentos para embarque com destino aos clientes, globalmente. No Brasil, trabalhamos com a Bravo Projetos e Participações Ltda, sediada em Porto Alegre – RS, que elabora os projetos executivos e coordena a montagem dos equipamentos. O grupo Bravo trabalha com tecnologias da Itália, Uruguai e Hungria e utiliza o aço carbono e aço inoxidável de fabricação chinesa. Nesta mesma página, um pouco mais abaixo, temos a seção de perguntas frequentes, lá você encontrará as respostas para a maioria das dúvidas sobre essa usina.

A pirólise é um processo superior a usina de incineração de lixo

A usina de pirólise Delta Bravo diferencia-se da usina de incineração de lixo convencional ao realizar o processamento dos resíduos urbanos por meio da queima sem a presença de oxigênio.  Em contraste, as usinas de incineração tradicionais que geram poluentes, gases tóxicos como dioxinas e furanos (cancerígenos), fumaça e cinzas volantes, implicando riscos ambientais e elevados custos. A ausência de oxigênio no processo de pirólise impede a formação desses poluentes, transformando os resíduos em um gás combustível limpo, similar ao gás natural. Esse gás pode substituir outros combustíveis sem ameaças à saúde pública ou ao meio ambiente. O ácido clorídrico (HCl), gerado na presença de elementos organoclorados como o PVC, é neutralizado por um catalisador básico. Sem oxigênio para a combustão, a matéria orgânica inicia um processo de decomposição termoquímica a partir de 400°C, produzindo biocombustíveis, líquidos e carvão. A usina de pirólise atende às normativas federais de descarte de resíduos sólidos, conforme estabelecido nas Leis Federais na Lei Federal 12.350, de 02 de agosto de 2010 – Política Nacional dos Resíduos Sólidos, na Lei No. 14.026 de 15 de julho de 2020 – Marco Legal do Saneamento Básico que estabeleceu prazo para a extinção dos lixões e, recentemente no Decreto Federal No 10.936 de 12 janeiro 2022 que regulamenta a PNRS. Nesta mesma página, um pouco mais abaixo, temos a seção de perguntas frequentes, lá você encontrará as respostas para a maioria das dúvidas sobre essa usina.

O tratamento térmico de resíduos gera energia

A pirólise do lixo urbano é um processo autossustentável do ponto de vista energético, faz o tratamento térmico de resíduos gerando mais energia do que consome. Sua aplicação em unidades de pirólise, ao contrário de aterros sanitários, pode ser realizada em qualquer área industrial ou rural. A tecnologia não gera emissões significativas, exceto pela queima do gás de síntese no aquecedor do reator, e como o gás é limpo, as emissões também são. A área ocupada é substancialmente reduzida em comparação com aterros de tamanho equivalente. Não há acumulação de resíduos, pois eles são processados imediatamente após chegarem à unidade, eliminando odores e impedindo a atração de animais. Além disso, a tecnologia não impacta cursos d’água ou mananciais subterrâneos, pois não produz efluentes líquidos ou chorume. Nesta mesma página, um pouco mais abaixo, temos a seção de perguntas frequentes, lá você encontrará as respostas para a maioria das dúvidas sobre essa usina.

A usina de lixo Delta Bravo separa os resíduos recicláveis?

A usina de lixo Delta Bravo realiza a separação de resíduos recicláveis por meio de um processo mecânico. Essa abordagem é crucial, pois a usina trata especificamente os resíduos urbanos, levando em consideração suas características gravimétricas e volume conforme definido no Projeto Executivo. Ao receber o resíduo bruto, a usina utiliza equipamentos automatizados para separar os materiais recicláveis em uma esteira de triagem. Essa solução não apenas elimina os riscos de saúde associados à triagem manual do lixo bruto, mas também aumenta a quantidade de recicláveis recuperados por trabalhador, incluindo os catadores, no processo. A tecnologia de pirólise pode ser integrada a uma usina de triagem ou reciclagem, e a segregação de recicláveis não impacta negativamente o funcionamento ou a economia da usina de Pirólise. A atividade de triagem é considerada importante do ponto de vista social, ambiental e econômico, oferecendo uma solução integrada para triagem e aproveitamento energético. Mesmo com uma triagem eficiente, a presença significativa de resíduos orgânicos e refugos da reciclagem ainda pode ser aproveitada energeticamente. Nesta mesma página, um pouco mais abaixo, temos a seção de perguntas frequentes, lá você encontrará as respostas para a maioria das dúvidas sobre essa usina.

Na prática, como é o processo de funcionamento da usina?

Os carros compactadores descarregam o resíduo sólido urbano em uma tremonha, onde passa por trituração. Em seguida, é direcionado para baias de compostagem acelerada, onde enzimas transformam os resíduos orgânicos em fertilizante de alta qualidade em apenas 14 dias. Após a separação automática de resíduos sólidos e fertilizantes, os recicláveis são retirados por colaboradores. O material restante segue para o reator de pirólise, que converte diversos resíduos em óleo combustível, diesel, gasolina, carvão coque, negro de fumo e gás para geração de energia. Os resíduos da construção civil são transformados em areia artificial, utilizada em novas obras ou artefatos de cimento, enquanto os metais são encaminhados para reciclagem. Nesta mesma página, um pouco mais abaixo, temos a seção de perguntas frequentes, lá você encontrará as respostas para a maioria das dúvidas sobre essa usina.

Quais equipamentos são básicos e quais são os opcionais para a instalação da usina?

A usina para atender a demanda básica para tratamento dos resíduos sólidos urbanos precisa da planta (1) da usina de pirólise, de (2) um espaço para a instalação das esteiras de separação e de reciclagem com espaço para armazenamento dos resíduos segregados por tipo, e (3) a instalação de equipamentos para a compostagem acelerada, utilizando pequeno espaço físico. Além destas estruturas, alguns equipamentos são opcionais e a instalação deles será demandada em função das características dos resíduos gerados e principalmente do volume, caso haja interesse em comercializar os produtos resultantes da pirólise. Estes equipamentos opcionais são para atender as demandas de maior volume de resíduos e com suas diferentes características, portanto, os opcionais são: (1) geradores de energia elétrica, (2) turbinas de vapor, (3) compressores booster para envase de gás e utilização em cozinhas e veículos, (4) destilaria para refino e produção de óleo diesel e gasolina, (5) equipamento para evaporação de bacias de chorume, (6) equipamento para tratamento de sobras de obras civis e (7) usina completa para reciclagem de placas eletrônicas, retirando-se metais nobres como: ouro, prata, platina, cobre e estanho.

Nossa equipe sediada em Manaus no AM está habilitada a lhe prestar informação sobre o produto, a lhe ajudar a dimensionar o tamanho da usina que você precisa. Por favor, entre em contato através do site.

Perguntas Frequentes – FAQ

Por favor, para entender um pouco da tecnologia da pirólise, faça uma leitura prévia nas perguntas frequentes (abaixo). Esta leitura prévia é importante para que você não perca tempo.

Qual é o preço médio de uma usina para tratamento térmico de resíduos?

Não é possível informar estimativas de preço sem que seja feito antes de tudo, o projeto executivo. Existem os equipamentos básicos e possibilidades variadas de tratamento dos resíduos para geração de energia elétrica, produção de composto, diesel e gasolina e etc. A usina é personalizada, desenhada de acordo com o volume e as características dos resíduos gerados, assim, os valores e custos para a implantação de uma unidade dependerão dos processos que se pretende implantar. Todas estas definições serão determinadas na elaboração do Projeto Executivo, e ele é quem determinará com base nestas variáveis, o tamanho da usina que atenderá a sua necessidade e os custos associados. O valor do projeto executivo varia em função do volume de resíduos a ser tratado, projetos de até 40 toneladas de resíduos por dia, custa a partir de US$ 10 mil (dez mil dólares), porém, contratando o projeto executivo, esse valor será deduzido na compra da usina. A definição do valor da sua usina, será determinado com base nos estudos que vão elaborar o projeto executivo, pelos técnicos da empresa (Leia mais na quarta pergunta).

Vocês vendem ou sublocam esta usina?

Nós fazemos a venda da tecnologia, não temos a modalidade de sublocação ou aluguel. A usina não está pronta, é feita sob encomenda, é construída e montada na fábrica no Brasil no Rio Grande do Sul, de onde ela é enviada aos compradores. Nós fazemos a venda e isso inclui antes de tudo, a elaboração do projeto executivo para as empresas e prefeituras municipais interessadas em adquirir esta tecnologia. Esse processo analisará objetivamente o que é necessário fazer para tratar com inteligência os resíduos que necessitam ter uma destinação ecológica em conformidade com a nova legislação brasileira.

Quais as vantagens desse tipo de Usina de Tratamento dos resíduos sólidos urbanos?

Elencamos cerca de 16 vantagens. Ela está enquadrada dentro das (1) diretrizes da Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos; (2) Atende ao Marco do Saneamento Básico; (3) Aproveita todos os recicláveis que são demandados pela cadeia recicladora local, que é uma das maiores vantagens; (4) pirolisa o restante dos resíduos que não são aproveitados e gera energia limpa; (5) Não emite gases de efeito estufa para a atmosfera; (6) No local da usina, não há geração de odor característico dos resíduos sólidos urbanos; (7) Não atrai urubus e nem outros animais; (8) Não contamina o lençol freático; (9) Permite a geração de renda com o produto dos recicláveis; (10) Promove a geração de crédito de carbono; (11) Promove a inserção social dos catadores; (12) Ocupa menos espaço que o aterro sanitário; (13) Produz composto orgânico em processo acelerado; (14) Atende as exigências internacionais de combate ao aquecimento global; (15) Possibilita a criação de consórcios públicos-privados e (16) Elimina todos os resíduos que passam pelo processo da usina, restando apenas o chamado de biocarvão, que pode ser aproveitado na agricultura.

Qual seria o primeiro passo para implantar uma usina de pirólise?

Contrate o projeto Executivo. Todo o processo inicia-se com a contratação do Projeto Executivo, no qual um técnico credenciado pelo fabricante visita o município ou empresa para avaliar o volume e as características dos resíduos gerados, bem como as condições para a instalação da Usina no local. Para projetos de até 40 toneladas por dia de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), o custo do Projeto Executivo começa em 10 mil dólares, valor que é reembolsado aos investidores se a Usina for executada e implantada. Durante a elaboração do Projeto Executivo, em diálogo com o contratante, são definidos quais resíduos recicláveis serão separados automaticamente (como PET, plásticos, papelão, alumínio, vidros, metais, orgânicos, etc.) e quais não serão reciclados e serão destinados à gaseificação. Essa decisão é crucial para evitar custos desnecessários de separação e transporte, especialmente se certos resíduos não forem absorvidos pela rede local de reciclagem ou se o custo de transporte for inviável. Portanto, é um processo essencial para minimizar erros e tomar decisões inteligentes sobre o melhor caminho a seguir.

O que compõe uma planta básica da usina?

Usina básica de Pirólise completa trata até 12 toneladas ao dia, de plásticos e borrachas que são materiais que devem ser gaseificados carbonizados para produção de energia elétrica. Neste caso, essa é uma Usina de Pirólise para plásticos e borrachas para tratar até 12 toneladas ao dia, não está incluída a planta de gaseificação e nem da fábrica de artefatos de cimento, e nem da refinaria para fazer diesel e gasolina. Importante destacar que os custos com aquisição do terreno, instalações e infraestrutura, empilhadeira, licenças ambientais, impostos de importação, fretes, etc, são de responsabilidade do comprador da usina. Existem os equipamentos básicos e possibilidades variadas de tratamento na geração de energia elétrica, diesel e gasolina, etc. Os custos variam, pois, em caso de energia elétrica será preciso agregar motores geradores de combustão interna.

Como a usina faz a separação dos resíduos?

Cada um dos materiais que foram descartados pela população ou pela empresa, terá definida a melhor opção de destinação a partir do estudo para avaliar a caracterização dos resíduos e volume com a elaboração do Projeto Executivo. A ideia é configurar a usina para fazer a separação dos recicláveis que são absorvidos pela cadeia de reciclagem local. Os resíduos sólidos que não são recicláveis ou que não são absorvidos pela cadeia de recicladores local, devem ser enviados ao reator de pirólise para gerar energia. Antes da gaseificação, no processo de separação, os eletroímãs retirarão os ferrosos, alumínio, separando também pedras, tijolos, entre outros, conforme seja definido no Projeto Executivo. Os demais materiais não precisam ser separados, deverão passar por um Shredder e alimentados no Gaseificador Carbonizador para gerar energia elétrica. Existem outras configurações e o Projeto executivo apresentará as sugestões mais rentáveis e recomendadas.   

Como são tratados os vidros que não são recicláveis, que são descartados inteiros ou quebrados?

Triturar é uma das opções. O valor do vidro no mercado nacional está muito baixo e praticamente não compensa os custos associados para venda e transporte. O frete desse material acaba com qualquer possibilidade de rentabilidade. Com a trituração esse material pode ser acrescido das sobras de obras civis e agregar na produção de artefatos de cimento, tais como: Power, blocos de concreto, meio fio, tubos de esgoto, etc. O projeto executivo fará um estudo regional para levantar opções existentes em um determinado perímetro para avaliar todas as possibilidades de destinação.

É possível aproveitar parte do orgânico para a compostagem e a outra parte para gerar energia?

É possível definir quanto por cento de todo o resíduo orgânico deverá ser compostado e o restante poderá ser pirolisado. Fazer compostagem acelerada ou convencional é uma opção do investidor. Neste caso, a compostagem acelerada leva entre 7 a 14 dias para estar pronta e é um tempo relativamente rápido, se considerarmos os processos convencionais que levam em média 90 dias. Vale lembrar que o Projeto executivo vai apresentar os números resultantes da compostagem e os números resultantes da gaseificação, desta forma, o investidor decidirá o que fazer.

A usina transforma óleo usado em combustível?

Se houver uma demanda significa de descartes de óleos queimados, esses resíduos poderão ser tratados e transformados pela mini usina de refinaria, em combustíveis sintéticos (diesel e gasolina), os quais podem ser usados em fornalhas para aquecimento de água produzindo vapor e gerar energia elétrica. Porém, seguramente o Projeto oferecerá a inclusão de uma Refinaria de pequeno porte para refinar esses óleos contaminados e mais o óleo produzido pela pirólise gerando diesel (86%) e gasolina (8%). O diesel e a gasolina podem alimentar motores geradores de energia elétrica, ou abastecer veículos, caminhões e tratores da prefeitura ou do investidor. Esta opção requer a adição de uma destilaria para transformar estes resíduos em óleo diesel e outra para gasolina.

Qual seria a destinação de pedaços de madeiras, papéis e plásticos não aproveitados?

As madeiras, papéis, papelão, podas de árvores, folhas, varredura, etc (biomassas) devem ser gaseificadas para geração de syngas e energia elétrica, e os plásticos e as borrachas, são materiais que devem ser pirolisados para geração de óleo combustível, carvão e syngás.

Como são tratados os pneus velhos e inservíveis?

A mesma usina que opera com plásticos de toda ordem pode receber também os pneus velhos, correias transportadoras descartadas e outras borrachas. Caso haja uma demanda considerada pelo descarte de pneus velhos, o projeto executivo seguramente vai sugerir um triturador para que caiba mais material no interior do reator, porque esses pneus inteiros tomam muito espaço e queimá-los inteiros pode demandar mais energia do que quando forem triturados e cortados previamente. Esta opção requer a adição de uma planta específica para esta finalidade.

Os resíduos eletrônicos podem ser tratados por esta tecnologia?

Sim, há um sistema que retira os metais nobres das placas eletrônicas, separando os componentes constituídos de ouro, prata, platina, estanho e cobre. Esta opção requer a adição de uma planta específica para esta finalidade.

A tecnologia de pirólise pode tratar resíduos hospitalares?

Sim, como acontece na Europa e no Japão o processo de pirólise pode ser utilizado para tratar resíduos hospitalares, medicamentos vencidos, resíduos plásticos, de borracha, de tecidos entre outros. Importante salientar que os resíduos biológicos ou que apresentem risco de contaminação, como membros, partes de membros resultantes de cirurgias, devem ser descartados em incineradores específicos para este fim, não sendo permitido pirolisar estes resíduos. Para tratar resíduos de saúde, devido a legislação brasileira, é recomendado adicionar um reator pirolítico somente para tratar estes resíduos, com capacidade para atender a demanda dos resíduos de saúde que são gerados diariamente. Utilizamos e agregamos uma autoclave anterior ao processo para atender a legislação brasileira. Esta opção requer a adição de uma planta específica para esta finalidade.

Você acha que é viável implantar uma Usina em pequenos municípios?

Atualmente é plenamente possível implantar usinas de pequeno porte ou mini usinas como nós denominados. Operando com pirólise, gaseificação pirolitica e/ou compostagem acelerada, são condições novas que vieram para atender os pequenos municípios e realizar um trabalho social e rentável para pequenas e grandes indústrias.

Quanto de energia a usina de pirólise consome para gerar energia?

A Usina é sustentada pela própria produção de gás. Ela gera a própria subsistência com o gás remanescente. E a cada 4.500 litros de diesel podemos gerar 1MW/H, por 24 horas, somente com o diesel.

A pirólise queima tudo, inclusive os recicláveis?

Não, a usina envia os recicláveis que foram definidos no Projeto Executivo, para a esteira de separação dos recicláveis, os quais podem ser: garrafas PET, latas de alumínio, sacolas plásticas, embalagens, papel, papelão ou outros. Essa solução elimina os riscos de saúde ligados à triagem do lixo bruto e aumenta a quantidade de recicláveis que cada trabalhador consegue recuperar. Nós não recomendamos queimar os recicláveis, os quais devem ser separados e reaproveitados, isso, faz gerar o ciclo da cadeia econômica dos recicláveis. Vale salientar que a logística reversa deve ser prioridade.

Como os resíduos são enviados para Usina?

Por meio de desembarque direto dos caminhões coletores. Todo o material que chega é desembarcado dentro de uma moega, onde é iniciado todo o processo de pirólise.

Qual a capacidade mínima e máxima de tratamento das usinas DELTA BRAVO?

As usinas DELTA BRAVO são modulares, podem atender volumes a partir de 3 toneladas até mais de 1.000 toneladas por dia, através de módulos em paralelo. No entanto, segundo o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, 98% dos lixões do país estão localizados em municípios com menos de 100.000 habitantes, ou seja, a situação ambiental é mais crítica no interior e em municípios de pequeno e médio porte. Atualmente a Bravo Projetos está preparada para atuar em todos os Municípios brasileiros, independentemente da quantidade de população. Para tanto, desenvolvemos através da Delta Bravo novos equipamentos compatíveis com essa necessidade.

A pirólise trata lama de óleo, borra de óleo, óleo de fundo de tanque e resíduos particulados com óleo?

Sim, dependendo da composição, podemos definir um reator para esse tipo de resíduo. Para ser mais específico, a pirólise Delta Bravo trata os resíduos dos seguintes materiais: lama de óleo, borra de óleo, óleo de fundo de tanque e/ou resíduos particulados com óleo. Porém, estes resíduos precisam ser gerados numa grande quantidade para ser tratado pela pirólise. Ele reforça que na composição do resíduo lama de óleo a ser tratado pela pirólise, por exemplo, não pode haver nada aquoso, pois havendo muito líquido, o processo de tratamento dele não poderá ser realizado, sendo o ideal, primeiro proceder à separação da água, deixando somente a lama de óleo.

Como dimensionar o tamanho de uma usina para atender um consórcio?

Necessário antes de tudo, contratar o projeto executivo para avaliar a gravimetria dos resíduos de todas os municípios ou e empresas que enviarão resíduos para descarte no município detentor do consórcio. É necessário avaliar as características gravimétricas e volume, em cada lixão ou aterro em relação ao volume de resíduos gerados pelo grupo integrante do consórcio, bem como saber qual é a capacidade de geração de energia do município onde será instalada a Usina. Importante salientar que a Lei Federal 12.350, de 02 de agosto de 2010 – Política Nacional dos Resíduos Sólidos e a Lei No. 14.026 de 15 de julho de 2020, Marco Legal do Saneamento Básico, promulgada recentemente, incentivam a formação de consórcios e o financiamento destas tecnologias.

Como é composta a tecnologia da Delta Bravo?

Os equipamentos Bravo são fabricados com a composição de tecnologias oriundas dos países: Itália, Uruguai e Hungria, com a utilização de aço carbono e aço inoxidável chinesa. A partir de 2021 iniciamos a nacionalização dos equipamentos, operando com 8% de recursos brasileiros. O critério de montagem das nossas usinas é preferencialmente a qualidade e o custo.

Existe alguma usina com esta tecnologia no Brasil?

Sim. A primeira usina do Grupo Bravo, produzida pela Delta Bravo no Brasil está  instalada em Santa Catarina. Trata-se de uma Unidade com capacidade de 12 toneladas por dia, operando com o intuito de visitação e laboratório.

Gostaria de conhecer a usina em funcionamento no Brasil, é possível?

A visitação inloco para conhecer a usina em funcionamento é possível sim. No entanto, devido ao atendimento de um grande número de pessoas e empresas para estas visitas, que ao final, não se traduziram em negócio, o fabricante decidiu que as visitações estão condicionadas, inicialmente à contratação do Projeto Executivo, a fim de evitar a perda de tempo desnecessário. Então, na contratação do Projeto Executivo, sua empresa já poderá se planejar e solicitar uma visita à usina, acompanhada dos técnicos da empresa, na qual poderá passar até mais de um dia para conhece-la.

O que é o grupo Delta Bravo e onde fica?

O Grupo Bravo é uma holding de empresas que opera em conjunto: a Delta Bravo Environment Ltda sediada em Hong Kong, Europa e Uruguay, que fabrica e propicia a montagem dos No Brasil, temos a Bravo Projetos e Participações Ltda, sediada em Porto Alegre-RS, que realiza os projetos executivos e coordena a montagem dos equipamentos no Brasil. A empresa possui staff de profissionais: engenheiro civil, engenheiro químico, administradores, advogados e técnicos ambientais para encaminhamento das licenças junto aos órgãos ambientais. A Demilur Ambiental Ltda, fica Montevideo-UY e é quem administra a área financeira do Grupo e realiza as exportações para o Brasil.

A usina de Pirólise Delta Bravo gera emissões perigosas?

Não. A usina de pirólise da DELTA BRAVO produz emissões limpas e resíduos sólidos inertes. Esta característica muito preocupante é atribuída frequentemente para tecnologias tradicionais como a incineração. A incineração de resíduos urbanos, por tratar materiais com cloro, como o PVC, produz dioxinas e furanos (elementos organoclorados), que são biocumulativos, ou seja, por não se degradarem facilmente eles se acumulam em vegetais e animais, concentrando-se nas diversas fases da cadeia alimentar. Estes elementos são comprovadamente cancerígenos e são produzidos nas condições de operação de um incinerador, onde coexiste cloro, oxigênio e hidrogênio. Outro problema dos incineradores são os metais pesados. Como o lixo urbano é enviado diretamente para o forno, as pilhas, baterias e outros metais são encontrados nos produtos da incineração (gases de combustão e cinzas). A tecnologia DELTA BRAVO, por não utilizar oxigênio no processo, elimina a possibilidade desses elementos cancerígenos serem produzidos. A tecnologia DELTA BRAVO também não produz cinzas volantes, pois o gás de síntese é limpo antes de acontecer qualquer combustão. O uso de um sistema de pré-processamento dos resíduos também permite a separação das pilhas e baterias antes da chegada ao reator de pirólise, garantindo que metais pesados não serão encontrados nos produtos da pirólise (gás de síntese e cinzas).

A tecnologia da Delta Bravo é viável economicamente?

Sim, a tecnologia DELTA BRAVO garante uma solução atrativa do ponto de vista econômico e competitiva em comparação aos custos praticados por aterros sanitários. Isto se deve principalmente a sua simples construção e operação e ao aproveitamento de uma série de recursos que os resíduos podem oferecer, a saber, a energia elétrica, a energia térmica, os recicláveis, créditos de carbono, corretor de solo, serviço de tratamento de resíduos, etc.

Como é o processo de tratamento de resíduos pela pirólise?

O processo de conversão de resíduos orgânicos em energia por meio de processos térmicos abrange diversas tecnologias, sendo categorizado em quatro principais tipos: combustão, gaseificação, plasma e pirólise: (a) Combustão, ou incineração, consiste na queima direta dos resíduos em uma grelha móvel, aproveitando os gases resultantes para a geração de vapor e energia elétrica; (b) Gaseificação envolve uma combustão parcial dos resíduos, com menor quantidade de ar do que necessário, seguida por uma segunda etapa de combustão completa, utilizando o calor dos gases para produzir vapor e energia; (c) Tecnologias de plasma, em sua maioria, são processos de gaseificação assistida por plasma, onde um arco elétrico aquece o ar de gaseificação, que, então, entra em contato com os resíduos, realizando uma combustão parcial e gerando gás de síntese. Para resíduos de baixo poder calorífico, como os Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) brasileiros, a quantidade de eletricidade necessária para transformá-los em gás de síntese pode exceder a energia gerada, resultando em um balanço energético negativo; (d) Pirólise utiliza uma fonte externa de calor para decompor biomassa ou resíduos em um ambiente sem oxigênio, produzindo combustíveis gasosos, líquidos e carvão. O tipo de pirólise influencia a proporção dessas frações. A Pirólise Lenta a Tambor Rotativo é a tecnologia mais adequada para o tratamento de resíduos sólidos.

Qual é a importância de um sistema de tratamento de resíduos sólidos tão moderno e eficiente?

De acordo com o Programa da ONU para o Meio Ambiente, todos os anos as cidades geram 1,3 bilhão de toneladas de resíduos sólidos, podendo chegar a 2,2 bilhões até 2025. O Brasil, por exemplo, produz 190.000.000 de toneladas de lixo por ano, e 90% desse material não recebe tratamento adequado. Ou seja, nosso país precisaria reciclar 90.000.000 de pneus, mas uma pequena parte desse material é queimada em fornos de cimenteiras, e a maioria acaba sendo depositada em aterros e lixões por todo o País. Toda essa demanda é tratada e destinada adequadamente pelo processo da pirólise Delta Bravo.

Após o processo de tratamento pirolítico do material que entra na usina, o que sobra do processo?

Os resíduos tratados no processo são convertidos em gases de combustão (vapor d’água e dióxido de carbono) e em um resíduo inorgânico (vidro, metais, pedras, cerâmicas, etc.). O que sobra após todo o processo de pirólise representa cerca de 10% do peso inicial de todo o material tratado, e é chamado de biocarvão, ou de biochar. O nome decorre da junção de duas palavras do inglês: biomass e charcoal, que significam biomassa e carvão. O biochar é um sólido estável, rico em carbono e pode durar muitos anos no solo. A aplicação dele é uma forma eficiente como corretivo do solo para sequestro de carbono e diminuir a emissão de gases com potencial de efeito estufa.

Como a pirólise trata os resíduos da construção civil?

Os resíduos da construção civil, podem ser encaminhados para processos específicos, como a trituração e separação de materiais recicláveis, como concreto, metal e madeira. No caso da madeira e resíduos de poda árvore, a pirólise permite a conversão desses materiais em bio-carvão de alta qualidade, que pode ser utilizado como fertilizante orgânico ou como fonte de energia renovável em processos de combustão controlada. Essa abordagem contribui para a redução dos impactos ambientais associados à extração de recursos naturais e ao descarte inadequado de resíduos, promovendo a sustentabilidade e a preservação dos ecossistemas florestais. Essa abordagem promove a reciclagem de recursos valiosos presentes nos resíduos de construção. Esta opção requer a adição de uma planta específica para esta finalidade.

Como a pirólise trata o chorume?

A pirólise efetua o tratamento do chorume através de um processo sequencial. Inicialmente, o efluente líquido, originado de resíduos orgânicos, é introduzido em um reator pirolítico. Nesse ambiente controlado, ocorre o pré-aquecimento gradual, seguido pela fase de pirolise, na qual o chorume é submetido a temperaturas elevadas, acima de 500°C, resultando na decomposição termoquímica. Esse processo gera gases voláteis, água e um resíduo sólido carbonáceo chamado biochar. Os vapores produzidos são condensados para recuperar substâncias valiosas, como óleos pirolíticos e gases combustíveis. A etapa de evaporação é crucial para concentrar os componentes líquidos remanescentes do chorume após a pirolise, reduzindo o volume do efluente para facilitar a disposição final. A água evaporada pode ser tratada separadamente, enquanto o resíduo concentrado, mais rico em compostos orgânicos, pode ser direcionado para processos adicionais visando a valorização de subprodutos, demandando uma planta específica para essa finalidade.

Como a pirólise trata os resíduos plásticos?

O tratamento de resíduos plásticos, passa por um processo que envolve a decomposição térmica dos materiais orgânicos em condições controladas de temperatura e ausência de oxigênio, resultando na produção de subprodutos úteis, como gases, líquidos e sólidos carbonizados. No caso dos plásticos, a pirólise permite a transformação desses materiais em hidrocarbonetos leves, que podem ser refinados e utilizados como combustíveis sintéticos ou na fabricação de produtos petroquímicos. Esse processo ajuda a reduzir a dependência de combustíveis fósseis e contribui para a economia circular, ao mesmo tempo em que evita a acumulação de plásticos nos aterros sanitários e no meio ambiente.

Quanto 1 tonelada de resíduos sólidos gera de óleo, de carvão e de gás?

Numa tonelada de resíduos sólidos urbanos, importante ressaltar que, 60% dessa biomassa é água (600 kg) e, 40%, ou seja, 400 kg se compõe de biomassa sólida, da qual, 10% é constituído de lâmpadas, baterias, vidros e metais. Portanto, dessa 1 tonelada, sobram 360kg para a pirólise produzir 180 litros de óleo, 80 kg de carvão e 30kg de gás.

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